Nem futebol, nem política, nem beijo
na boca, nem trabalho, nem boteco. Conta tão no vermelho que até evito sonhar
com viagens. Resta torcer pro pão ficar bom.
Se eu não fosse preguiçosa faria menos
planos e mais bolos. Ou biscoitos.
Eu era mais tranquila quando só lia
clássicos ou Bárbara Cartland. Tinha a sensação de que falar das miudezas era
coisa minha. Aí passei a ler autores brasileiros contemporâneos, eventualmente
próximos, que fazem isso mesmo, mas com talento, e agora fico sempre com a
sensação de que estou plagiando alguém.
O pão ficou bom.
Sabe aquele lance de “não é ter o que
se quer, mas querer o que se tem”? Não funciona bem pra mim.
Talvez no tempo de delicadeza
Estou ficando um pouco exausta de
tanta gente ter sempre uma palavra severa sobre a comida dos outros, o corpo
dos outros, a cama dos outros, a plástica dos outros, a velhice dos outros.
A gente sofre de teimoso quando esquece do
prazer. Ou quando não.
O google images mudou a forma de
apresentar o resultado das pesquisas e é claro que eu estou odiando.
Nem sei se contei, mas um dia desses, resolvendo coisas com minha irmã, enfiei a perna até o joelho no barro. Me senti naqueles filmes com areia movediça. E perdi a chinela;
Nem sei se contei, mas um dia desses, resolvendo coisas com minha irmã, enfiei a perna até o joelho no barro. Me senti naqueles filmes com areia movediça. E perdi a chinela;
Aí, pra completar, eu ainda tenho que responder a comentário empolgado de forma tão mesquinha.
E o brejo logo depois da curva...






