
As palavras sempre foram meu refúgio, minha arma, meu espelho, meu estofo, minha ponte. As palavras sempre foram. Dessa vez não voltaram e a solidão doeu tanto como se eu não fosse sempre só. Como se cada um não fosse sempre um só. Doeu como uma pergunta: o que eu quero? Agora, irei ao mar. Quem sabe seu vai e vem me traga de volta pra mim.
E, já dizia Scarlett, nunca mais passarei fome de novo.