segunda-feira, 15 de maio de 2017

Diariamente

A verdade é que eu ando empurrando com a barriga e torcendo que a mudança do calendário letivo me permita começar tudo certinho. Foi um semestre bom: a defesa da tese. Mas bagunçou o resto tudo. Não curto ser uma professora ausente. Por outro lado isso criou uma dinâmica na turma de Psicologia que me instigou. Quase não seguimos as atividades e temas pré-estabelecidos, a dinâmica foi puxar conversa e desenvolver os conceitos a partir do papo. Não teve muita sistematização, mas não faltou insight.

Uma das intenções é voltar aqui, diariamente. Pra falar de qualquer coisa ou de coisa nenhuma. Estar. Ser.

Nessa vibe vou logo partilhando uma informação de intensa relevância (cof, cof): sendo convidada, eu como qualquer coisa que me servirem, já que não tenho alergias e talz (edit: sendo talz, por exemplo, restrições alimentares de ordem religiosa). Até chuchu, Luciana? Aí já é vandalismBRINKS, até chuchu, em pequeniníssima quantidade, mas comeria.

Aí de treta em treta tem aquela outra da mãe de gente, de bicho, de planta e tal. E eu só pensando que a gente devia estar lutando pra se desvencilhar destes rótulos e estamos é brigando por eles.

Preciso de dentista, dermatologista, oftamologista. E cortar as unhas do pés.

E tem você. E aquela dúvida: será que? Podia ter ficado mais um pouco naquele abraço sem me perder? 

Tem aquele trecho do Bivar que a Bethania recita: "tinha medo de tudo quase". Troca aí medo por saudades.




2 comentários:

Juliana disse...

que venha o diariamente!

Marcelle disse...

Ái, como gosto do seu jeito de escrever. E também, de diariamente.

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