domingo, 20 de julho de 2014

Pouquinho

Pouca coisa me dói tanto como a beleza inventada. Como uma canção do Paulinho da Viola.

Lisboa é um cheiro: sardinhas assadas no riso.

Como uma boa neurótica eu sofro por tudo que é não: não fiz, não vi, não fui, não vivi. E mesmo quando faço, vejo, vou e vivo, ainda tem tanto mais por aí em que não estou. Ou seja: o que é, o que e, quanto mais tira mais tem?


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