quarta-feira, 23 de julho de 2014

O que é o amor

Sabe aquela história, "eu não, mas conheço alguém que...". Pois é, minha irmã. Inteligente. Trabalhadora. E qualificada. Não tenho nenhuma dúvida que a tese dela vai ser sensacional porque, bom, ela é sensacional. E nem digo isso por causa do amor. Que sim, existe. Amor de café com pão, melhor amor.

"Já não sei se hoje é ontem ou amanhã". Nem eu, tia, nem eu.

A gente vai ali, pensa que volta logo, pensa que é um respiro, pensa que é um pequeno vão. E escava abismos. 

Status: arremessando inúteis garrafas ao mar.

Eu preciso de: 
- um tempo,
- dois sutiãs novos,
- uma pele mais grossa,
- sorvete de graviola,
- uma viagem curta,
- um abraço longo,
- um mouse que funcione,
- cortar o cabelo,
- uma máquina de café,
- coragem,
- trinta páginas de metodologia,
- um coração. Pode ser usado, baqueado, mêi sambado. Se tiver batendo, tá valendo. 

Nem fome, nem vontade de comer. Metafórico, claro.

O amor, como a verdade, não há palavras para o dizer todo. Mas quando eu voltar pro divã, levo comigo uma imagem. O amor, ou ainda, o que o sustenta e inscreve em mim, em P&B:

Antônio Arissa, The Kiss, 1930


Um comentário:

Anônimo disse...

Texto tese do monstro.... 2em 1, 3 em 1....
Assim é covardia

Luana

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