Sem o note fica difícil escrever. Daí que nem vou poder contar que comer sushi aqui é praticamente a mesma coisa de comer sushi aí. E não, eu não estou falando do sabor do salmão cru. Estou pensando é nas pessoas. Os mesmos estilos. Os mesmos cabelos. As roupinhas, as mesmas. Não ouvi, mas quase aposto que, trocando um tempo verbal ou outro e um gira por um legal, até as conversas eram da mesma lavra.
Diferente da sensação que tive no supermercado e na padaria, onde o desigual era inquietante porque quase próximo, comer sushi foi tranquilizador como um prato de canja: meio sem graça, mas tem seu valor.
A ansiedade vai dando um tempo. Gasto todo o tempo livre lendo e lendo e lendo. Já terminei 03 livros. Amanhã, as aulas. E, se der, a busca por um adaptador universal para que venham posts melhorzinhos nesta garrafa.
Ah, sabe morder a língua? Estou quase jantando a minha. Eu, que reclamava tanto da conexão do meu Vivo, em Mossoró, hoje me peguei com saudades dela. Daí vocês imaginam. Anyway, garrafas ao mar, vou desligando que, além de tudo, é por hora e cobrada em euros.
7 comentários:
adoreeeei! mande outras garrafas
Ueh, o que ha de tao ruim com a conexao aih?
Amei saber que vc tá bem, tirando a conexão que, honestamente, tira a gente do sério, creio eu, em qualquer parte do mundo.
Beijos querida!
Mensagens de garrafa não precisam ser longas, basta dizer que está bem! Depois conta aí como foi o primeiro dia de aula? r
bjs
Jussara
E eu aqui me divertindo com o seu olhar de "estrangeira". Confesso que não consigo ter isso quando vou a Coimbra ou Gênova. Adorei as garrafas ao mar - mas não esquente com os euros, lembre-se que a realidade de Portugal há tempos não é das melhores e a vida anda bem mais "em conta" como diz a faxineira aqui do prédio. rs
bacio
Ps. Como um pastel de lua por mim
vixe.
Em qualquer lugar eu amo padarias e mercados, ali se escondem e mostram o "local". Bj
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