sábado, 17 de dezembro de 2011

É doce morrer no mar de Cesária Évora



Sua voz reinventava percursos. Quase material, o cantar de Cesaria Évora, lento e melancólico, mas forte e comovente, ocupa os vazios que latejam. Cantava descalça, quem sabe para trilhar as almas com delicadeza. Ou para do palco retirar a seiva do canto. Uma voz quente, que faz a saudade do que nem tem nome montar casa em meus sentidos. É doce morrer no mar, ela cantou. Morrer na voz que vai e vem em belezas também agrada.


PS. E quem quiser presente, já sabe, vai neste post (aperte aqui) e diga qual seu post preferido no Borboletas e porquê o escolheu. 

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