sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Tempo da Delicadeza

Tempo I
Vou confessar: acho que nunca levei uma cantada. Digo acho não é pra fazer charme nem nada, é que quem me conhece sabe que minha memória é tipo a campanha limpa do José Serra nesse segundo turno: não existe. Então, pra não me perder: nunca fui cantada. Claro, claro que já rolou assovio na rua e um ou dois "gostosa!". Mas cantada, mesmo, sabe, daquelas bregas, ops, inesquecíveis, tipo, cadê o papel que o bombonzinho veio embrulhado ou você é a nora que minha mãe pediu a deus...dessas não tive não. Tenho algumas teorias sobre isso, claro. Mas a idéia central é que, na verdade, eu não me enquadro no padrão de beleza preponderante (loura, magra e malhada) e o jeito é ir vivendo de conversa, mesmo. E, daí, quando o camarada percebe-se interessado, a hora da cantada já passou.

Creio que na adolescência devo ter sentido falta dessa abordagem assim, mais rápida e direta (mesmo machista e de mau gosto) e digo creio porque, vocês sabem, minha memória é como a possibilidade do PSDB/DEM fazer um governo voltado para a inclusão social e distribuição de renda, não existe. Mas, hoje, revendo os meus envolvimentos, flertes e grandes amores, fico feliz que tenham sido assim. Porque se as cantadas na minha vida são como as boas propostas de governo do Serra, inexistentes, nem por isso deixei de ter a minha cota de elogios comoventes. Foi neles que amanheci pensando hoje. Claro que, como a minha memória (blá, blá, blá, vocês já sabem) não é lá essas coisas, posso estar esquecendo alguns. Perdoem-me, amores do passado.

Então, Top Five dos mais deliciosos elogios, as mais tocantes gentilezas - não por ordem de preferência - pra não perder o hábito das listas:

1. O elogio ao meu nariz. Não um lindo nariz, apenas, mas o mais lindo que ele já viu. Não, não é pela apreciação física - embora isso seja lisonjeiro - mas pela delicadeza de deter-se em mim e não ser óbvio. Gostei tanto que ainda sinto arrepios (aproveita).

2. Uma das pessoas de gosto mais sofisticado e elegante que ele conhece. Pronto, derreti. Eu nem concordo, mas não deixa de ser sweet. Porque, fala sério, ele é o cara. Inteligente, articulado, vivido. E ele elogiou ali, no meu calcanhar. Porque eu me sinto tão falha, há tanto a ler, a apreciar, a ouvir. Tanto filme noir, tanto jazz, tantos escultores e pintores a conhecer. Gostei, ai (suspiros), gostei.

3. Que eu pareço a Amelie Poulain. Poxa, de início era por causa do cabelo e eu já fiquei feliz. Mas daí ele disse que era pelo sorriso, pelo olhar sempre deslumbrado para o mundo e porque eu inspiro fantasias (ok, ele também disse outras coisas relativas ao físico que me deixaram vermelha, vermelha, mas essas eu vou ficar só pra mim, tá). E o bom é que o bem do elogio não foi exatamente ele, mas a delicadeza de gesto que o precedeu. Ele nem sabe o que ganhou com isso mas, ainda há tempo e possibilidade, parece que vai saber.

4. Que eu tenho os olhos de ressaca como os da Capitu. E explicou: que eram olhos que arrebatavam, arrastavam e faziam um homem desejar se afogar em mim (ah, memória, desta vez eu ganhei de você, mas também quem esquece uma coisa linda assim?). Bingo! Marcou pontos em todos os quesitos: além de ser detalhista, meio sexy e ainda entendido de literatura.

5. Que eu sou a Menina Com Uma Flor descrita pelo Vinícius. E ainda leu o texto todinho, eu com a cabeça no colo dele; ele com uma mão segurando o livro e com a outra afagando meu cabelo (que na época era longo). E tinha o mar, visto ali, da janela, mas sentido como seu estivesse nele mergulhada, morno e tépido.

Escrevendo isso, lembrei da coisa mais fofa de todas que já me disseram/ escreveram. Foi que estava com saudades. Sentindo a minha falta. Mas foi em espanhol. E eu nem acho espanhol uma língua assim tão romântica (prefiro o italiano, qualquer coisa dita em italiano, até "passe o sal, por favor" parece um convite sexy ou o bom e velho português pleno de possibilidades e sentidos) mas é que "te estraño" me soava tão dúbio, tão cheio de implicações, que me emocionava sempre. Sei lá, é meio besta, mas sempre me lembrava que reconhecer e aceitar e desejar o estranho do outro, o diferente, o inusitado, o que não é espelho, ah, isso é tão bom e doce e ai, bom, dá pra entender, né.


Tempo II - Mulheres Incríveis
E agora, voltando ao que interessa, vocês já votaram no Concurso de Blogueiras? Como assim não votaram? Leaim, leiam, leiam excelentes posts: da Luci, da Jux, da Amanda e leiam também o meu, né. E, depois, leiam e votem na Rita (estou só dando a dica).


Tempo III - Se todos fossem iguais a você
Você viu o corte da Paula Pequeno, jogadora de vôlei, que não vai com a Seleção Brasileira disputar o Mundial porque não se recuperou de uma fratura no tornozelo? Eu vi. Admiro muito o Bernardinho, mas - sinceramente - tenho paixão pelo José Roberto Guimarães. Ele é justinho o que eu considero exemplo de força e delicadeza. Um mundo de Zé Robertos pra mim, por favor.

Tempo IV
E o outro voto? Vamos pra rua, panfletar, conversar, rir, cantar, fazer campanha de militante que a hora é essa. Hoje li uma frase que me tocou: O PT só joga em casa na rua (foi o Celso do NPTO).

Estou preocupada com as eleições. Não com o resultado. Mas com o que o processo está fazendo com pessoas que aprecio. Algumas, encastelam-se agarradas às suas convicções e, no mais puro narcisismo das diferenças, recusam-se a discutir, ouvir, pensar. Outras, com as quais me preocupo ainda mais, estão machucadas, doloridas, chocadas. Que passe esse tempo de abismos e chegue o momento das pontes (eu sei que longe de acabar com os abismos, as pontes os apontam, mas - ainda assim, fazem percursos). Mas que é difícil ouvir o Serra falando de "Deus no coração" como acabei de ouvir, ah, é difícil. Ontem, escrevi assim, comentando um post de uma blogueira adorável e muito querida:

Uma coisa que eu tento não esquecer é que as eleições passam e as pessoas permanecem nas suas diferenças, belezas, divergências, limitações e encantos. Eu sou intensa. Apaixonada. Nem sempre respeito os argumentos contrários. Muitas vezes eles me causam raiva, vergonha pelo outro, aversão, etc. Mas tento sempre respeitar quem os emite. Eu gosto da diversidade. Dela toda, não só da diversidade com a qual eu simpatizo. Fazemos o que podemos, não é querida. Falamos, escrevemos, informamos, divulgamos. Mas, como você mesma disse, cada voto é exatamente isso: um voto. E eu não deprecio o voto de ninguém. Se o Serra for eleito, bom, foi o que o país quis neste momento. Vou torcer pra ser o mais distante possível do que eu projeto. Vou torcer pra ser melhor, muito melhor do que eu penso. E seguir com as delicadezas e tentativas do cotidiano. 


Então, links e mais links pra, quando não estiverem na rua, de vermelho, distribuindo panfletos, ler, refletir e divulgar:

O significado da vitória do José Serra. O que mais gostei deste post foi como a autora (brilhante, Jux) pontua a diferença entre o respeito a uma vitória da Direita (afinal, estamos numa democracia e sim, isso pode ocorrer) e a vitória de uma campanha baixa, difamatória, pautada na exclusão, na misoginia, no fundamentalismo religioso.

Por mi'alma insubjugável agradeço. Um testemunho veemente, bem escrito e fundamentado de quem é feminista e defende as causas sociais.

Dois Projetos Radicalmente Diferentes. Um convite à reflexão de Durval Muniz. Texto intenso, racional, bem fundamentado sobre a situação no segundo turno e sobre a intransponível diferença de projeto dos dois candidatos. Fantástico.

A periferia nos une pela dor, pela cor e pelo amor. Ah, porque é lindo ver gente entusiasmada, engajada e trabalhadora, ah, é lindo.

Boateiro tem nome: caminhos da calúnia. Pois num é que até os nazistas apareceram pra se posicionar contra a Dilma. Duvida? Lê aí o caminho da calúnia desvendado.

E tem o site todo jóia do Paulo Henrique Amorim, o Conversa Afiada.

E por falar em beleza, intensidade, articulação e integridade, vou transcrever dois comentários da Dai, feitos lá no blog da Lola. Claro que pedi licença e claro que, fofa como ela é, permitiu. :

1. Eu compreendo o seu post. É um post escrito com a ansiedade de alguém que está começanco a vida, que deseja ser independente.

E concordo que, sim, permanece um absurdo que os ricos não sejam tão afligidos pela distribuição de riquezas. Mesmo assim acho que eles não são tão intocáveis quanto em governos anteriores, basta observar o declínio de antigos herdeiros e o desespero dos grandes empresários face à eleição de Dilma.

Eu também venho de uma família de classe média que não ficou mais 'rica' no Governo Lula. Entretanto, o que entendo bem, pelos meus parcos conhecimentos de economia, é que num país capitalista, manter-se na linha de equilíbrio é a maior característica da classe média. E também não ficamos mais pobres.

Minha família perdeu bastante dinheiro com o plano Collor, foram anos dificílimos, nosso padrão de vida caiu, perdemos nosso carro, estudamos em escola pública - hoje sou grata pela experiência.

Depois, no governo FHC, entrei na faculdade. Queria fazer pesquisa, ter acesso à iniciação científica, entrar no Mestrado, mas não havia base, não havia pesquisa em minha universidade. Na época, não tinhamos sequer um doutor em nosso curso e grande parte dos professores eram remanescentes do período biônico da ditadura, ocupando postos que lhes foram concedidos em troca de favores políticos.Mesmo assim, fiz faculdade, coisa que a grande maioria dos meus colegas do ensino público não fez. Só não pude fazer pesquisa, como gostaria. Graduei em 2001, mas só consegui ingressar no mestrado em 2004, num programa de pós de um estado vizinho, era o início da consolidação de uma série de novos programas de pós-graduação. Era o governo Lula. Continuei dura por algum tempo na vida, ralei muito! Hoje, estou no primeiro ano de doutorado e sou uma professora recém aprovada em concurso. Continuo classe média, assim como minha família. Meu salário não me possibilitará viajar, não agora, pelo menos, terei de poupar bastante para isso. Mas, a despeito de dinheiro, bens, minha vida foi transformada. E não só a minha. Hoje eu tenho a alegria de ver a filha da minha ex-faxineira fazendo faculdade, numa universidade criada após a política do Reuni. Eu acho que se olhamos a nossa volta, os impactos e as perspectivas são evidentes. É bom lembrar que a classificação por classe não inclui só renda e bens, o acesso a uma faculdade também são indicativos de mudança de classe. Acredito que a perspectiva de viver numa economia estável é já um grande começo.

Eu tenho milhões de críticas ao governo Lula, mas não promover a distribuição de renda não é uma delas. Me irrita a pouca preocupação com a sustentabilidade e essa resignação que agora demonstram diante do seu compromisso histórico com os Direitos Humanos. Boato ou não, é triste ver o PT, um partido de origem socialista e humanista, que tanto lutou pela democracia, engajado com esses fundamentalismos de quinta.

Lola, como vc, eu não fechar os olhos para as transformações que assisti ao longo do governo Lula agora. Não vou permitir que um fascínora como Serra se eleja, impondo o tipo de disputa que deseja. Foi ele quem arquitetou e orquestrou esse cenário medieval -
se Dilma ao menos fala em acolhimento, ele vem tascar em minha cara aquelas grávidas ridículas. Lamento muito, muito mesmo que o PT tenha aderido, com medo de não se reeleger. E até acho que, logicamente, há machismo também dentro do partido. Se Dilma se resigna e abaixa a cabeça para a decisão partidária de ceder ao conservadorismo, sei que Serra, por sua vinculação direta e genuína ao DEM, tem tudo para encampar um dos mais retrógados governos latinoamericanos no que concerne aos DH. E este é o meu lado, acima de qualquer outro. Eu luto pelos Direitos Humanos, que são direitos universais. Estão, inclusive, acima do governo.

Estou triste, desapontada e com raiva das concessões religiosas. Mas eu sei exatamente com qual governo terei a possibilidade de dialogar. E em qual governo, precisarei temer pelo meu direito à voz.


2. Lola querida, obrigada mesmo por divulgar.

Adorei o email da aiaiai e até gostaria de ter escrito algo tão assertivo quanto. Mas mandei este meu email a uma lista de amig@s e familiares, minha família é bem religiosa e eu pensei em tentar dialogar com eles a respeito do privilégio, da maravilha que é vivermos em um estado laico e democrático. Para os religiosos também - sobretudo para eles.

A resposta mais feliz que tive foi de uma tia católica e integrante da pastoral carcerária, que me disse que está, também, fazendo campanha pró-Dilma e indignada com o desvirtuamento político que tomou essa campanha de segundo turno - em rota de colisão com as propostas de qlqr pessoa que defende os direitos humanos.

Algumas pessoas reenviaram, outras apenas concordaram. As notas tristes ficaram por conta de uma amiga que me falou que votou na Marina e vai anular voto diante das "duas péssimas opções". E do meu irmão caçula, que disse que vai votar no Serra (vergonha alheia por ele, não vou mentir) porque o Governo Lula é corrupto.

Eu acho triste que duas pessoas esclarecidas deixem de dar um voto útil por pura alienação/omissão, sabe? A Marina não foi escorraçada do governo. Ela teve problemas de relações no Ministério, sim. A sua pasta ministerial era problemática, sim. Mas houve uma série de apelos no interior do governo e do partido para que ela permanecesse. Porém, mesmo que tivesse sido, por que, então, ela se aliou justo ao PV? Pq ela não articulou politicamente um partido de esquerda ambientalista e agroecológico (de fato, coisa que o PV não é)?

Heloísa Helena - esta sim, teve uma saída complicada do partido - articulou o Psol, que é um partido de esquerda, inegavelmente.

Mas, quem conhece minimamente o PV sabe o quanto a sua linha política é direitista e sujeita à flexibilização, face às alianças que promove. Em Natal, temos uma administração desastrosa do PV, que vem justamente promovendo o caos e a devastação ambiental. Aqui, o partido possui, inclusive, vereadores ficha suja deste partido, que estão respondendo a processo por venda de votos na votação do plano diretor da cidade, loteando o nosso litoral a construtoras estrangeiras em troca de dinheiro. E mais: desde o princípio, quem está por trás da candidatura da atual prefeita do PV em Natal é o senador José Agripino (DEM), que dispensa apresentações.

Além disso, me parece um contrasenso que o vice da Marina seja justamente o executivo de uma empresa que explora e patenteia os recursos naturais do país, escraviza a mão de obra das mulheres na Amazônia e em todo o Brasil, lucrando com o trabalho precarizado e não regulamentado pela CLT. Alguém que vota na Marina achando que está dando um grito de liberdade e rompendo as amarras da corrupção é de uma ingenuidade singela... Bem intencionada, mas perigosa.

Se esta pessoa fez concessões e decidiu votar no PV, pq agora se exime na continuidade do processo democrático?

Eu tentei debater, mas recebi em troca um resistente "não voto em quem não conheço". Já o meu irmão caçula, um rapaz de 23 anos bastante irresponsável, aliás, é apenas o reflexo de uma geração que não sofreu com a escassez de cursos universitários e empregos, não assistiu ao patrimônio nacional ser dilapidado e entregue a preço de banana, não sabe o custoso que foi conseguir a primeira eleição de Lula, rompendo um ciclo de 500 anos de governos não humanistas e avessos a programas sociais. Eles não sabem a diferença que um voto faz, não avaliam o impacto que um governo democrático e com a influência da esquerda tem na vida da gente, porque cresceram com isso e não contam com a possibilidade de um retrocesso.

Por isso, nesse segundo turno, com todos os problemas, a manipulação e o uso do fundamentalismo cristão eu sou Dilma desde criancinha. Não há crítica política que eu possa ter ao governo do PT e às suas más estratégias de campanha que possam suplantar a minha consciência política nessa hora.

Desculpa escrever tanto, tá? Bjo.

15 comentários:

Caminhante disse...

Quando você falou do loira/alta/malhada, achei que o Garfield estava lá pra ilustrar isso. Porque ele é loiro e malhado...

Achei um barato as inserções políticas no texto. Isso, claro, porque eu voto na Dilma.

Dai disse...

Oi, Borboleta!

Obrigada mesmo por divulgar meu pensamento. Seu blog é muito bonito e descobrí-lo é uma grata surpresa.
Um grande abraço!

Rafa disse...

Caramba.. que cara é este? Os melhores elogios que já vi! Nem dá pra sentir falta do "vc é a azeitona da minha empada".. rs Bj

Dai disse...

Oi Borboleta!

Adicionei no facebook, seu avatar é um mapa do Brasil com a foto da Dilma?
Espero que sim. Rs.
Caso não seja, o meu é Dai Dantas.
Espero que a gente possa articular e fazer campanha por lá, também.

Abraço!

p.s.: achei melhor comentar diretamente aqui!

Glória Maria Vieira disse...

Eu, sinceramente, nem me estresso mais, sabe Borboleta? Pra quê? Se as pessoas empurram algodões nos ouvidos e ponto. Só digo uma coisa: eu só espero que aguentem viver durante 4 anos no Brasil retrocesso que estão optando, né?!

E enqnt aos elogios a você: que fofos! *----------* Sério... que pessoas encantadoras, né?! E é claro que você se derreteria... Eu me derreti aqui. :~/ow

Allan Robert P. J. disse...

O título deste post deveria ser "cinco posts em um". :D
[Brincadeirinha]

Abri os links e, para não me perder, terminei a leitura do seu post e agora vou naufragar no mar de links. Mas quem disse que eu não gosto?

Coloque uma foto sua que lhe faço todos os elogios que merece, pois mesmo sem conhecê-la, você transmite a impreessão de ser uma pessoa leve, tranquila e sorridente. De bem com a vida.

Suspendi a leitura de alguns blogs que lia normalmente até passar a eleição, pois não suporto esse bate boca e a defesa do próprio ponto de vista a qualquer custo. Está um clima muito pesado, com muita gente confundindo ideologia política com torcida. Bom mesmo é vir aqui e ler seus posts cheios de alto astral.
(Maldita mudança ortográfica! Ainda não me acostumei e faço uma bagunça com o uso do hífen.)

Beijocas :)

Ultra disse...

Oi querida desconhecida, pois é, nossa amiga tá com um problema no computador e isolada virtualmente, també sinto falta dos textos loucos, mesmo que esteja sempre com ela. Cara, quero tanto essa cerveja, essas conversas e risos :D
Adorei o(s) texto(s), e que delicia de elogios, cabe parabéns aqui? porque olha.. arrasou!

HG disse...

Borboletinha... saudades!
Adorei todos os tempos do post, mas me derreti todinha com as cantasdas... e como diz o Rafa, nem senti falta dos clichês e bregas!!!!
Beijo

Dona Mila disse...

Ja adianto que nao li tudo, ta? Faltou o finalzinho...
Mas gostei tanto da primeira parte que reli alto pro Namolito. Ele tambem nao fica um dia sem passar no conversa afiada.

Vou la, ta um lindo dia frio de sol la fora e tenho muito pra descobrir!

so sad disse...

e vc ainda diz que foi cantada!? rs

olha eu nao acredito que as pessoas tenham esquecido os 8 anos de fernando henrique...meu deus!

beijo!

Rita disse...

Oi, querida.
Tô aqui, lendo tudo, viu? As linhas, as entrelinhas, os textos e os subtextos, tudo.

Ventos melhores andam soprando de ontem pra cá.

Mas ainda ouvi farpas de onde não esperava. Mas, ora, viver é assim e não vou ficando "solando", como disse o guri do NPTO. Eu vou é cantar.

Beijoca.
Rita

Gui disse...

Querida, fiquei muito feliz com seu comentário. Aliás, fiquei ainda mais feliz de descobrir seu blog. Que blog interessantíssimo!!

Está nos meus favoritos now (agora em inglês)!

Beijos

Mulher Asterísco disse...

Diga me com quem andas...

E você éstá no Rafa, No Paulo, No Gui...

A mais fofa que já ouvi foi "queria conseguir colocar o teu cheiro num vidrinho de perfume para eu cheirar quando você estiver longe durante o dia". Ele nem sabe que esta delicadeza poderia ter nos salvo...

Isso aí borboleta! Estrelinhas e bandeiras a postos.
Eu posso dizer que o governo Lula fez diferença entre ser demitida e estar empregada...

Borboletas nos Olhos disse...

13 comentários, ai meus sais, que alegria!

Mulher Asterisco, que fofo esse elogio que você recebeu. Eu também ando num chão de estrelas. E, ah, como eu amo esses meninos, viu.

Gui, delícia encontrar você. Bjs

Rita, sou meio desafinada mas canta contigo, viu.

So Sad, os elogios não valem como cantadas, foram feitos durante os relacionamentos, rolos, rrsrs

Dona Mila, você tá aí e ainda lê meu blog? LOVE YOU!!!! Aproveita a viagem, linda.

HG,eu me derreto ainda hoje...saudades tb.

Ultra, já que vocês não chegam nunca eu já tô arrumando a mala, rsrs

Allan, nunca tinha colocado uma foto aqui. Mas um leitor assim, tão especial, solicitando, não sou doida de negar, né?

Glória, eu estou numa de tentar entender e me comunicar. Até estou fazendo um amigo eleitor do Serra acredita?

Dai, bem vinda ao face, ao blog e, que coincidência!, à minha casa, viu...

Rafa, eu sempre tenho sorte pra homem, sempre fui feliz nos meus relacionamentos...

Caminhante, votamos! Ah, eu já disse que adoro seus comentários? Ah, já, mas deixa eu dizer de novo, deixa...

Wonderwoman disse...

Estava meio afastada da leitura dos meus blogs queridos (acho que não vou virar uma maniaca por blogs, mas bem que queria conseguir). Mas vim me atualizar em todos hoje e vi o link que você colocou pro post. Adorei os comentários e agradeço.
Adoro seus posts.
E os últimos me lembraram desse poema da Elisa Lucinda, que acho lindo.
http://wonderwoman-bra.blogspot.com/2010/08/mudando-de-assunto.html

beijos

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