
Fiquei um tantinho insone pensando nas incompreensões possíveis advindas do post anterior. É, eu me justifico demasiadamente. É de quem ama, em excesso, às palavras. Então, pra não haver disse me disse, a verdade do meu coração a que eu me referia é que, sem riso, sem humor, não há bem querer que sempre dure. É a gargalhada o prenúncio de minhas paixões. E o previsível? É que já estou em constante dentes à mostra.
Porque me explico? Não sei. Talvez alguém que leia, saiba. Se souber, não se avexe nem se afobe, me conte, serelepe. Quem sabe eu rio.
3 comentários:
Querida Borboleta visível,
O amor se ri porque num mundo que nos obriga, desde de dentro pra fora e vice-versa, a ser sérios, ele nos dá a liberdade de considerar só o fundamental: a emoção e o instante. Não é isto?
P.S. Eu amo o Rio, e você dizer que Eu sou o melhor do Rio, me deixa boquiaberto. Falamos pouco, bebemos pouco, nos cheiramos pouco. Preciso mais de sua física presença.
Bj enorme
Borboletinha, não sei porque você se explica. Mas fique à vontade, que a gente gosta de ouvir.
Beijos
Rita
Também acho que perdi alguma coisa... não entendi a explicação... Mas se ela foi necessária pra ti, compreenderei. Adorei o post anterior....
Meu beijo.
Postar um comentário