quarta-feira, 18 de agosto de 2010

A Verdade do Meu Coração



Fiquei um tantinho insone pensando nas incompreensões possíveis advindas do post anterior. É, eu me justifico demasiadamente. É de quem ama, em excesso, às palavras. Então, pra não haver disse me disse, a verdade do meu coração a que eu me referia é que, sem riso, sem humor, não há bem querer que sempre dure. É a gargalhada o prenúncio de minhas paixões. E o previsível? É que já estou em constante dentes à mostra.

Porque me explico? Não sei. Talvez alguém que leia, saiba. Se souber, não se avexe nem se afobe, me conte, serelepe. Quem sabe eu rio.

3 comentários:

Rafa disse...

Querida Borboleta visível,

O amor se ri porque num mundo que nos obriga, desde de dentro pra fora e vice-versa, a ser sérios, ele nos dá a liberdade de considerar só o fundamental: a emoção e o instante. Não é isto?

P.S. Eu amo o Rio, e você dizer que Eu sou o melhor do Rio, me deixa boquiaberto. Falamos pouco, bebemos pouco, nos cheiramos pouco. Preciso mais de sua física presença.

Bj enorme

Rita disse...

Borboletinha, não sei porque você se explica. Mas fique à vontade, que a gente gosta de ouvir.

Beijos
Rita

HGlauce disse...

Também acho que perdi alguma coisa... não entendi a explicação... Mas se ela foi necessária pra ti, compreenderei. Adorei o post anterior....
Meu beijo.

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