Eu ia escrever assim: não gosto de ficar doente. Ri-me. Quem gosta? Eu perdi. Garganta fechou, eu a abri em sangue cantando Bethania. Corpo doeu, eu o arrastei em reuniões e pizzas e risos de amigos. Mas sem ar, como sem amar, já não posso. Queria escrever coisas simpáticas, agradecer aos gentis e já dizê-los correspondentes, mas o peito se fecha, a alma se curva. Dói. Eu já contei íntimos segredos: não tenho medo da morte, não tenho medo do tempo. Mas há dois terrores: um imaginado - cegueira; outro revivido: asma.
Um alento: minh'alma em festa de uma presença tão amiga que chegou em lindos e inspiradores livros.
Uma esperança: Então, que seja doce. Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim, que seja doce. Quando há sol, e esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo; repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante...(CFA)
6 comentários:
Oi, querida, toque aqui. Há pouco descobri minha asma também, mas é light, graças. Seja como for, sempre convivi com a asma nada light de minha mãe e outros familiares. Estou na torcida para que sua crise (?) passe logo e que você não demore a encher seu pulmão do ar bom que gira ao seu redor. Porque ele é bom, sei.
Beijo
Rita
Te envio doçuras mil...
Fiquei sem ter como carregar o celular, peninha não ter te encontrado, mas volta logo, sim me add saramicheline@hotmail.com
que seja doce...
que seja doce...
que seja doce...
que seja doce...
que seja doce...
que seja doce...
que seja doce...
A sua recuperação!!!
Te adoro!
Bjs
E que seja doce. Tim-tim!
Rita, a minha demora a se apresentar, mas vem sempre com a corda toda...Dói. Obrigada pelo carinho
Sara-cura, já está. Bjs
HG e Dona Mila, seja doce pra todas nós...
Que seja doce e que seja breve.
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