segunda-feira, 12 de julho de 2010

Nada a Declarar

As palavras sempre foram meu refúgio, minha arma, meu espelho, meu estofo, minha ponte. As palavras sempre foram. Dessa vez não voltaram e a solidão doeu tanto como se eu não fosse sempre só. Como se cada um não fosse sempre um só. Doeu como uma pergunta: o que eu quero? Agora, irei ao mar. Quem sabe seu vai e vem me traga de volta pra mim.

E, já dizia Scarlett, nunca mais passarei fome de novo.


6 comentários:

Hertenha Glauce disse...

"O mar quando quebra na praia
É bonito, é bonito.."

"É Doce Morrer No Mar
Nas ondas verdes do mar
É doce morrer no mar
Nas ondas verdes do mar
A noite que ele não veio foi
Foi de tristeza prá mim
Saveiro voltou sozinho
Triste noite foi prá mim
É doce morrer...
Saveiro partiu de noite foi
Madrugada não voltou
O marinheiro bonito
Sereia do mar levou
É doce morrer...
Nas ondas verdes do mar meu bem
Ele se foi afogar
Fez sua cama de noivo
No colo de Iemanjá
É doce morrer...

(Dorival- O Mar / É Doce Morrer no Mar)

Meu beijo salgado!

Borboletas nos Olhos disse...

Amiga, você é advinha? Eu postei essa música hj de manhãzinha num blog como comentário. Eu te amo e amo voce me conhecer tão bem!

Hertenha Glauce disse...

Eu te amo!

Rita disse...

I know the feeling, dear. I know the feeling...

Borboletas nos Olhos disse...

Rita, e só por isso se continua, não achas? Porque alguém, em algum lugar, sabe e sente, e a nossa solidão se não deixa de ser só passa a ser mais bonita porque cognoscível....

Turmalina disse...

Eu ainda tenho fome de muitas coisas !

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