quinta-feira, 29 de julho de 2010

Fragmentos Multicoloridos

1. Recebi a primeira cartinha dos meus novos correspondentes. Dani e suas meigas palavras sobre cotidiano, saudade, amizade e afins. Uma delícia que me deixou com lágrimas nos olhos e festa no coração.

2. Esta semana teve aniversários mil e, quem festeja a vida como eu, só pode estar no maior clima: parabéns meu irmão novinho e amado, meu personal saci - amigo de além mar, Ió e meus tempos de infância e, logo, logo, prima.

3. Não deu mais pra evitar, terminei a leitura de dois livros que mexeram com minha imaginação de um jeito poderoso: Santo António - O Homem por trás da Lenda e Guia Terapêutico de Cinema. Eles vieram de além mar e me deram tanta contenteza que li bem devagarinho, como quando, na infância, poupava o doce pra que todos acabassem antes e eu ficasse com um prazer só meu. Foi interessante e esclarecedor conhecer o Santo para além das simpatias e casamentos. E, tão bom quanto, foi ler sobre filmes conhecidos, desconhecidos, amados, execreados, numa perspectiva muito inventiva e pessoal.

4. Acertos e arranjos pra viagem ao Rio. Ficaremos em Copacabana. Já estou até sentindo a brisa. E na maior expectativa pelo jogo. Eu vou pro Maracanã, todo dia quando acordo é meu primeiro pensamento. E tem plus: fazer real bem querer virtual. Depois dizem que é difícil ser feliz. É nada: vinho, riso, amigo, família, amor, bola.

5. Mas sabe nostalgia do que não existe? Eu sinto. Não atrapalha a alegria cotidiana, claro. Mas tem tanta coisa que eu queria. Um pouquinho de ciúme, uma dose de dúvida, uma angústia discreta e uma paixão de fazer-me cega. Pronto, estava de bom tamanho. É que eu sempre emendei histórias. Em determinada adolescência, até as sobrepunha. O mais difícil de ficar só, pra mim, é não ter pra quem endereçar as ardorosas palavras que teimo em produzir. Mas que seja, eu sempre fui boa companhia pra mim mesma. E, pra desejar, sempre tem o Brando.

6. E tem ele, que eu não sei direito se está dentro ou fora de mim, não sei se quero ou desejo, não sei dizê-lo, só sei que acelera a respiração saber: ele. Ele que surpreende e faz riso no corpo, ele que frustra e faz solidão, ele que não é, ainda, a não ser sombras do que anseio.

7. Por associação de idéias, S. De amor em amor...esse.

8.E sempre tem a pergunta tão minha quanto do Vinícius que a escreveu: Quem pagará o enterro e as flores se eu morrer de amores?

8 comentários:

Danielle Martins disse...

Oba, oba, oba!!!!
Fui a primeira!
Te adoro!

Rafa disse...

Como eu disse em outro canto teu.. papel comprado, jájá...
Nosso chope/café/qualquer coisa no Rio, hein?! Não esquece...
Ai, sobre esta coisa de amor de homem.. sei lá.. tô tão incógnita... bj

HGlauce disse...

Ai.... Um BRANDO chamado desejo...
kkkkkkkkkkkkkkkkkk

Rita disse...

Humm, essa tal nostalgia aí é combustível de poetas. Deixa rolar que rende bons frutos. :-)

bj
rita

Dona Mila disse...

Eeee, choppinho! Na orla de Copa, que tal?

Beijos!

HGlauce disse...

Ow inveja desse povo combinando pra tomar chopinho em Copa....eu quero tb!!!
kkkkkkkkkk

Borboletas nos Olhos disse...

Dani, foi sim e tb te adoro!

Rafa, sim, marcdo. Oba, cartinha.Como assim incógnita? Estou curiosa...

HG, Um Brando pra chamar de meu...

Rita, rende,rende...mas tem vezes que emudece.

HG, você não pode beber...

Borboletas nos Olhos disse...

Upa, pulei a D. Mila. Chopp marcado e confirmado

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